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Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 20 a 25 anos


Explanação:
Há muito não escrevo...
Desperdício de um dom...
Escrever sempre foi minha paixão;
paixão esta estimulada pelos meus professores de Redação na escola.
Desde os 10 anos tenho um certo gosto pela escrita...
Guardei alguns dos cadernos...
Outros se perderam...
Neles, desde fatos reais até estórias mirabolantes.
Poesias, dissertações, narrações, cartas...
Sempre tive o sonho de publicá-las em um livro, mesmo que ninguém os comprasse, um livro só para meu deleite já bastaria...
Então veio a idéia: publicá-los num Blog _ fácil, rápido e barato...
São textos antigos...
Que, assim espero, servirão de inspiração para a retomada desse caminho tão gostoso que é o da escrita.
Vez ou outra sai coisa nova dessa cachola.
A quem tiver paciência, boa leitura!


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Crônicas de uma bêbada... Parte 2

Cambaleando, consegui ir ao banheiro. Depois, voltei para junto dos amigos na mesa. Então, cochichei ao noivo que havia feito xixi, e que tinha escorrido um fiozinho pela perna, mas eu já tinha limpado. Ele ficou surpreso e eu caí na risada. Rindo, ambos, eu de bêbada, e ele da minha situação, me esforçava para falar a palavra "bêbada", incitada por ele, mas terminei lhe dizendo que palavras com "b" eram muito difíceis nessas horas. Momentos depois, quis novamente ir ao banheiro, e pedi ao noivo que me acompanhasse. Bom, de portas fechadas (pelo menos isso!) ele teve que ficar me segurando (pois não sou louca de me sentar em vasos sanitários públicos), enquanto eu cambaleava, mas deu tudo certo (pelo menos não escorreu dessa vez). Logo fomos embora, pois ele estava preocupado comigo...

Terminamos a noite no Black Dog, junto a mais dois amigos, onde devorei um cachorro-quente delicioso e um refrigerante. Me sentindo bem melhor, mas ainda cambaleando, entrei no carro e fomos para casa.

Bom, isso foi o que se passou comigo... histórias paralelas não vêm ao caso. Vergonha? Com certeza, não! Acho muito válido e sadio passar por uma dessas de vez em quando... bem de vez em quando! O que vale é a festa!

Obrigada a todos que leram essas linhas.

Escrito por Marília às 12h23 [] [envie esta mensagem]


Crônicas de uma bêbada...

Bem, era um dia festivo, no mês de Janeiro do presente ano. A festa foi surpresa... proporcionada pelo noivo mais "tudo" do mundo! Amigos presentes (embora alguns não gostassem muito do tipo de música _um rock´n´roll do bom_, o que glorifica mais ainda a presença deles!), alguns outros amigos não puderam comparecer (mas estão perdoados) e outros (futuros fonoaudiólogos, seres que deveriam primar bela boa comunicação) não avisaram ao meu noivo se iriam ou não (mas, de minha parte, também estão perdoados; já da parte do noivo....). O cantor estava um pouco desafinado, fato que não diminuiu nem um pouco a alegria da surpresa e a cara de idiota, sim, pois é horrível ser a última a saber... As bebemorações estavam em alta e já havia sido ingerido meia caipirinha, dois V8 (uma bebida servida pegando fogo, acompanhada de meia laranja, composta por 8 tipos de destilados) e uma tequila (que, pra quem não conhece, vale experimentar, com muito sal e limão... Arriba! É um das minhas bebidas favoritas...). Havia ganho até um pedaço de bolo de coco, pois uma gentil aniversariante da mesa ao lado me doou um pedaço de seu bolo, possibilitando, assim, que eu ingerisse alguma glicose.  E cantaram até "Parabéns" para mim... sim, o noivo foi dizer meu nome ao cantor da banda, que o pronunciou em alto e bom tom, e iniciou a cantoria, acompanhado do solo da guitarra e das palmas dos amigos.

Nesse contexto, o gentil noivo, sabedor de minha paixão por dançar, me puxou para a pista, na qual dançou comigo um gostoso rock estilo anos 60, com direito a rodopios na pista e tudo o mais. Embora o teor de ingestão alcoólica dele fosse igual ao meu, eu estava mais... zonza, vamos dizer assim. Me recordo que eu implorava a ele que rodopiássemos mais devagar, que eu estava muito zonza e iria cair, e ele me dizia que, se fôssemos mais devagar, estaríamos parados na pista... ou seja, ele já estava girando devagar, mas o álcool fez paracer a mim que estávamos numa velocidade estonteante. Fomos nos sentar à mesa, e senti um incômodo no meu dedão esquerdo. Falei, então, ao noivo, em meio a gargalhadas, que minha unha tinha quebrado e estava sangrando (mostrando meu dedo realmente rubro de sangue) e que iria sentir dor no dia seguinte, achando tudo aquilo, é claro, muito, muito engraçado...

 

Continua no próximo... senão fica muito extenso, e tem gente que tem preguiça de ler longos textos, né?

Escrito por Marília às 17h51 [] [envie esta mensagem]